Zona de atuação · Nazaré

Furos de Água na Nazaré

Fazemos furos de captação de água na Nazaré, em Valado dos Frades e em Famalicão, para moradias, segundas habitações, hortas e rega. Verificamos a orla costeira, medimos a condutividade, tratamos do licenciamento na ARH Tejo e Oeste e entregamos o orçamento em 24–48 h.

✓ Orçamento gratuito✓ Licenciamento tratado por nós✓ Resposta em 24–48 h

Atualizado em 16 de outubro de 2026 · Fontes no fim da página

A resposta curta. A Nazaré tem um vale próprio dentro do sistema aquífero Caldas da Rainha–Nazaré (O33), o vale tifónico da Nazaré, com areias do Pliocénico e uma zona de maior produtividade conhecida na ficha do SNIRH. O concelho está totalmente na região hidrográfica do Tejo e Ribeiras do Oeste (RH5A), por isso licencia a ARH Tejo e Oeste, e o litoral cai no Programa da Orla Costeira Alcobaça–Cabo Espichel. Nós verificamos tudo isto pelo pin antes de falarmos em preço.

O vale tifónico da Nazaré

A ficha pública do sistema O33 trata a Nazaré à parte das Caldas: descreve o vale tifónico da Nazaré, preenchido por areias pliocénicas que assentam, quando chegam lá, nas Margas de Dagorda. Dos 21 pontos de água analisados neste vale, apenas três atingem essas margas. A espessura das formações pliocénicas é de 42 metros em Valado de Frades, e outros furos no mesmo local atravessam mais de 50 metros de areias sem lhes tocar na base. Os furos mais fundos que só atravessam o Pliocénico, entre 21 e 51 metros, conhecem-se em Valado de Frades e nas Águas Belas.

A zona mais produtiva do vale fica nas Águas Belas, no sudoeste do sistema, onde se observam também os maiores rendimentos específicos. Para dez captações do vale, os caudais de exploração registados têm mediana de 11,8 l/s, com mínimo de 3 e máximo de 20 l/s. Estes números são da ficha do SNIRH (Almeida et al., 2000), medidos há mais de duas décadas em furos que já existiam. Servem para dar uma ideia de grandeza e não para prometer nada: o caudal do seu furo só se conhece no ensaio que fazemos depois de perfurar.

O que a APA diz sobre a água do sistema

No plano da região hidrográfica RH5A, em consulta para 2028–2033, a APA classifica a massa de água Caldas da Rainha–Nazaré com estado químico medíocre por azoto amoniacal e aponta risco por nitrato e por produtos fitofarmacêuticos, com a atividade agrícola como pressão dominante. Na quantidade, a massa tem bom estado mas está em risco, porque as extrações existentes se aproximam dos recursos disponíveis. Para o seu furo isto quer dizer duas coisas: analisamos a água antes de decidirmos o uso e dimensionamos o caudal ao consumo real.

Sal e orla costeira

A Nazaré é costa, e quem tem terreno perto do mar quer saber se a água vai sair salgada. A resposta honesta é que não encontramos fonte pública que o afirme para a Nazaré. O mesmo plano da APA refere que, na RH5A, não existem situações documentadas de intrusão salina. Isso não é garantia sobre o seu terreno, e por isso medimos a condutividade durante a perfuração e pedimos análise de cloretos no fim, como fazemos em qualquer zona costeira.

O Programa da Orla Costeira Alcobaça–Cabo Espichel abrange o concelho da Nazaré. Não proíbe um furo, mas obriga-nos a conferir pelo pin se o terreno cai numa faixa com regras próprias, antes de propormos o trabalho.

Moradias, segundas habitações e hortas

  • Moradias e segundas habitações (Nazaré, Sítio, Famalicão): furo para jardim ou piscina, normalmente com bomba até 5 cv e comunicação prévia.
  • Hortas e pomares (Valado dos Frades e zona rural): furo de rega com depósito e bomba dimensionados ao consumo, e análise de nitratos.
  • Projetos maiores: vários pontos de captação ou bomba acima de 5 cv, que pedem licença e um estudo mais completo.

Licenciamento na ARH Tejo e Oeste

Segundo os planos da APA, a Nazaré está totalmente na RH5A. Com bomba até 5 cv basta a comunicação prévia; com bomba maior, o pedido é de licença. Tudo se submete no SILiAmb e a máquina só chega depois da resposta da ARH, cujo prazo não controlamos. Guia em Licenciamento.

A sul, Alcobaça e Caldas da Rainha partilham o mesmo sistema O33, com outros números e outros cuidados.

Quanto custa um furo na Nazaré

Na Nazaré o valor final depende de dois números que só o terreno revela: os metros de areia a atravessar e a distância ao mar. Como balizas públicas, as plataformas nacionais citam 20 a 60 € por metro de perfuração e, para uma casa, 4 000 a 8 000 € no furo completo, quase sempre sem bomba. Hortas maiores e usos agrícolas têm proposta técnica. Veja a tabela em Preços.

Como pedir o orçamento

Mande o pin, a distância aproximada ao mar e o que quer fazer com a água.
Cruzamos o pin com o vale do O33, a ARH Tejo e Oeste e o Programa da Orla Costeira.
Responde-lhe uma proposta em 24–48 h, com perfuração, ensaio, análise de cloretos, bomba e licença.

Perguntas frequentes — Nazaré

Que ARH licencia um furo na Nazaré?

A ARH Tejo e Oeste. A APA lista a Nazaré como totalmente abrangida pela região hidrográfica RH5A (Tejo e Ribeiras do Oeste), e nós submetemos o processo no SILiAmb.

Em que aquífero fica a Nazaré?

No sistema Caldas da Rainha–Nazaré (O33), no vale tifónico da Nazaré, segundo a ficha do SNIRH. A síntese do SNIRH lista o concelho também no sistema O12, e o pin mostra qual se aplica ao seu terreno.

A água de um furo na Nazaré é salgada?

Não encontramos fonte pública que o diga. O plano da APA refere que na RH5A não há intrusão salina documentada. Mesmo assim, medimos a condutividade em cada furo costeiro e analisamos os cloretos.

Qual é o caudal típico de um furo na Nazaré?

A ficha do SNIRH regista, para dez captações do vale, mediana de 11,8 l/s, entre 3 e 20 l/s. São dados antigos e de outros furos. O caudal do seu terreno só se conhece no ensaio que fazemos depois de perfurar.

Preciso de licença para uma segunda habitação na Nazaré?

Com uma bomba pequena, de 5 cv ou menos, entregamos uma comunicação prévia à ARH; com uma bomba maior, pedimos licença. A máquina só entra no terreno depois da resposta.

Qual é o preço de um furo na Nazaré?

Depende da espessura das areias no seu terreno e da bomba escolhida. Veja as balizas públicas em Preços e peça uma proposta com o pin.

Fontes

  1. APA, Plano de Gestão da Região Hidrográfica RH5A (Tejo e Ribeiras do Oeste), 4.º ciclo 2028–2033, 2.ª fase, Anexo II — QSiGA 7 e 13 (qualidade e extração de águas subterrâneas; intrusão salina) (PDF, março de 2026). apambiente.pt
  2. APA, PGRH RH5A 3.º ciclo (2022–2027), Resumo Não Técnico da AAE: lista de concelhos totalmente e parcialmente abrangidos pela região hidrográfica do Tejo e Ribeiras do Oeste (PDF). apambiente.pt
  3. Almeida et al., "Sistemas Aquíferos de Portugal Continental", vol. I, INAG/SNIRH, 2000 — fichas dos sistemas aquíferos O10, O12, O19 e O33. doi.org
  4. "Sistema Aquífero: Caldas da Rainha – Nazaré (O33)", ficha do SNIRH (Almeida et al., 2000): litologia, espessuras, transmissividades e caudais de exploração. docslib.org
  5. SNIRH, Dados de Base — lista dos sistemas aquíferos e das massas de água subterrânea (O10, O11, O12, O14, O15, O18, O19, O20, O25, O29, O33…). snirh.apambiente.pt
  6. APA, Programa da Orla Costeira Alcobaça–Cabo Espichel (POC-ACE) — concelhos abrangidos, incluindo as lagoas de Óbidos e da Albufeira e as Berlengas. apambiente.pt
  7. Zaask, "Quanto custa fazer um furo de água?" — 20 a 60 €/m, média ≈ 30 €/m. zaask.pt
  8. idealista/news, "Poços e furos de água: é necessário licenciamento?" (14 set. 2026) — preços, regras de 5 cv, taxa, 100 m entre captações. idealista.pt
  9. APA — Licenciamento online (SILiAmb), módulo de recursos hídricos. apambiente.pt

Fontes consultadas até 16 de outubro de 2026. Valores indicativos; confirme sempre com a proposta e com a ARH.

Peça o seu orçamento gratuito

Resposta em 24–48 h · Sem compromisso. Deixe os dados, descreva o terreno e entramos em contacto.

Abra o Google Maps, marque um pin no terreno e escolha Partilhar → Copiar link. Cole aqui esse link, em vez da sua localização atual. Abrir Google Maps.

📞 Ligar agoraOrçamento grátis