Zona de atuação · Leiria

Furos de Água em Leiria

Fazemos furos de captação de água no concelho de Leiria, de Monte Real a Maceira, para moradias, quintas, hortas e projetos maiores. Tratamos do licenciamento na ARH competente, analisamos a água e entregamos o orçamento em 24–48 h.

✓ Orçamento gratuito✓ Licenciamento tratado por nós✓ Resposta em 24–48 h

Atualizado em 16 de outubro de 2026 · Fontes no fim da página

A resposta curta. No concelho de Leiria há vários sistemas aquíferos, entre eles o O12 (Vieira de Leiria–Marinha Grande), o O10 (Leirosa–Monte Real), o O19 (Alpedriz) e o O18 (Maceira). Por isso a profundidade e a qualidade da água mudam de freguesia para freguesia, e é o seu terreno que decide, não a média do concelho. Todo o furo é licenciado: a APA integra o concelho na região hidrográfica do Vouga, Mondego e Lis (RH4A, ARH Centro) e também, em parte, na do Tejo e Ribeiras do Oeste (RH5A, ARH Tejo e Oeste). Confirmamos pelo pin qual das duas decide o seu processo, tratamos dele e só perfuramos depois da resposta.

Um concelho, vários sistemas aquíferos

Leiria é um concelho grande, e a água subterrânea não se comporta da mesma maneira em todo ele. A síntese pública do SNIRH associa o concelho a vários sistemas aquíferos. Os principais que encontramos nas fichas são o O12 Vieira de Leiria–Marinha Grande, associado às areias de duna do litoral; o O10 Leirosa–Monte Real, que inclui o diapiro de Monte Real; o O19 Alpedriz e o O18 Maceira, este último um anticlinal diapírico de calcários jurássicos. Têm características diferentes de profundidade, caudal e química da água. Quando recebemos o pin do seu terreno, vemos em qual deles está antes de falarmos em metros.

O rio Lis nasce no concelho e a região hidrográfica de referência é a RH4A (Vouga, Mondego e Lis), cuja administração é a ARH Centro, serviço da APA. Há um pormenor que muda o processo: nos planos da APA, Leiria aparece listada como concelho parcialmente abrangido tanto pela RH4A como pela RH5A (Tejo e Ribeiras do Oeste, ARH Tejo e Oeste). Por isso a ARH competente depende do local do seu terreno, e nós confirmamos pelo pin antes de submetermos o pedido.

Monte Real: um caso à parte na qualidade da água

A ficha do sistema O10 descreve, na zona do diapiro de Monte Real, águas cloretadas sódicas e sulfatadas cálcicas, com sulfatos acima do valor máximo recomendado em alguns furos. Não tiramos daqui nenhuma regra para o seu terreno: tiramos uma obrigação de método. Em Monte Real e nas freguesias vizinhas, medimos a condutividade logo durante a perfuração, pedimos análise completa no fim e dizemos-lhe, com o resultado na mão, se a água serve para beber, para regar ou só para jardim. Se o resultado pedir tratamento, orçamentamos a filtração ou a desinfeção à parte, sem surpresas.

Moradias, quintas e projetos maiores

Em Leiria atendemos três tipos de pedido, com respostas técnicas diferentes:

  • Moradias (Marrazes, Maceira, Colmeias e as freguesias urbanas): furo para jardim, piscina ou uso doméstico, normalmente com bomba até 5 cv e comunicação prévia.
  • Quintas e hortas (Souto da Carpalhosa e freguesias rurais): furo de rega com depósito, bomba dimensionada ao consumo e ligação ao sistema de rega.
  • Projetos maiores: empresas, explorações agrícolas e vários pontos de captação. Estes precisam quase sempre de bomba acima de 5 cv, logo de licença, e de um estudo mais cuidado.

Como funciona o licenciamento em Leiria

O regime depende da potência da bomba: até 5 cv, a ARH recebe uma comunicação prévia pelo SILiAmb; acima disso, exige licença. A perfuração só começa depois de a ARH responder. Na prática, fazemos quatro coisas por si: identificamos a ARH competente pelo pin (Centro ou Tejo e Oeste), preparamos o processo, acompanhamos a resposta e entregamos-lhe os elementos finais do furo. O guia completo, passo a passo, está em Licenciamento.

O que o plano da APA diz sobre a água do concelho

No plano de região hidrográfica em consulta para 2028–2033, a APA classifica a massa de água subterrânea Vieira de Leiria–Marinha Grande (O12) com estado químico medíocre, devido ao fósforo total, e liga esta pressão à agricultura e à pecuária. É um dado da massa de água no seu conjunto. Não prova nada sobre o seu furo, que pode ter água excelente a poucos metros de outro com problemas. Por isso não escolhemos um destino de captação sem análise: o estado da massa de água é um motivo para medirmos, não para recusarmos o trabalho.

O que fazemos no seu terreno

  • Estudo do local pelo pin, com confirmação do sistema aquífero e da ARH
  • Perfuração com revestimento, ensaio de caudal e relatório técnico
  • Análise da água (condutividade, cloretos, sulfatos, nitratos) antes de decidir o uso
  • Bomba, depósito e ligação à casa ou à rega
  • Licenciamento completo na ARH competente

Vizinhos próximos: Marinha Grande, onde o sistema O12 e a Mata Nacional pesam mais, e Alcobaça, a sul.

Quanto custa um furo em Leiria

Não publicamos um valor fixo para Leiria, porque o preço final depende da profundidade, do nível a captar e do tratamento da água, e isso só se sabe com o estudo do seu terreno. Como referência pública nacional, o metro de perfuração anda entre 20 e 60 € (média ≈ 30 €) e um furo doméstico completo entre 4 000 e 8 000 €, em regra sem a bomba. Quintas e projetos maiores têm orçamento técnico próprio. A tabela por profundidade está em Preços.

Como pedir o orçamento

Envie o pin do terreno e diga-nos o que tem: casa, quinta, obra em curso ou só projeto.
Verificamos o sistema aquífero, a ARH competente e se o terreno está em área condicionada.
Recebe o orçamento discriminado em 24–48 h, com perfuração, revestimento, ensaio, análise, bomba e licenciamento.

Perguntas frequentes — Leiria

Que ARH licencia um furo em Leiria?

Depende do local do terreno. A APA lista Leiria como parcialmente abrangido pela RH4A (ARH Centro) e pela RH5A (ARH Tejo e Oeste). Nós identificamos a entidade pelo pin e submetemos o processo no SILiAmb.

Preciso de licença para um furo numa moradia em Leiria?

Depende da potência da bomba. Até 5 cv basta uma comunicação prévia; acima de 5 cv é preciso licença. Em ambos os casos o furo não pode começar antes de a ARH responder. Nós preparamos o processo e acompanhamo-lo até ao fim.

A água de Monte Real é diferente da do resto do concelho?

A ficha do sistema O10 refere, na zona do diapiro de Monte Real, águas cloretadas sódicas e sulfatadas cálcicas, com sulfatos acima do valor máximo recomendado em alguns furos. Por isso medimos a água em cada furo desta zona e analisamos antes de dizer para que serve.

O estado químico medíocre da massa de água quer dizer que a minha água é má?

Não. O estado medíocre, por fósforo total, aplica-se à massa de água Vieira de Leiria–Marinha Grande no seu conjunto e vem de pressões agrícolas e pecuárias. A qualidade do seu furo só se conhece com uma análise feita à sua água.

Quanto tempo demora o orçamento?

Respondemos em 24–48 h depois de recebermos o pin do terreno e o uso que quer dar à água. O prazo da licença é da ARH, e por isso não o prometemos.

Fazem furos para quintas e explorações maiores?

Fazemos. Nestes casos dimensionamos o caudal ao consumo real, projetamos depósito e bomba e, se a potência passar os 5 cv, tratamos da licença. Peça o orçamento com a área e a cultura prevista.

Fontes

  1. APA, Plano de Gestão da Região Hidrográfica RH4A (Vouga, Mondego e Lis), 4.º ciclo 2028–2033, 2.ª fase, Anexo II — QSiGA 7 (poluição de águas subterrâneas): massa de água Vieira de Leiria–Marinha Grande (PT04O12), estado químico medíocre por fósforo total (PDF, março de 2026). apambiente.pt
  2. APA, PGRH RH4A 3.º ciclo (2022–2027), Resumo Não Técnico da AAE: lista de concelhos totalmente e parcialmente abrangidos pela região hidrográfica do Vouga, Mondego e Lis (PDF). apambiente.pt
  3. APA, PGRH RH5A 3.º ciclo (2022–2027), Resumo Não Técnico da AAE: lista de concelhos totalmente e parcialmente abrangidos pela região hidrográfica do Tejo e Ribeiras do Oeste (PDF). apambiente.pt
  4. APA, PGRH RH4 2016–2021, Parte 2: a gestão dos recursos hídricos da região, incluindo o licenciamento, cabe à Administração da Região Hidrográfica do Centro (PDF). apambiente.pt
  5. Almeida et al., "Sistemas Aquíferos de Portugal Continental", vol. I, INAG/SNIRH, 2000 — fichas dos sistemas aquíferos O10, O12, O19 e O33. doi.org
  6. "Sistema Aquífero: Vieira de Leiria – Marinha Grande (O12)", ficha do SNIRH (Almeida et al., 2000): área, dunas, espessuras e produtividade. docplayer.com.br
  7. "Leirosa–Monte Real" (sistema aquífero O10), ficha do SNIRH: diapiro de Monte Real, águas cloretadas sódicas e sulfatadas cálcicas. ptdocz.com
  8. "Sistema Aquífero: Maceira (O18)", ficha do SNIRH (Almeida et al., 2000): concelho de Leiria, anticlinal diapírico de Maceira, calcários do Lias e do Dogger. docplayer.com.br
  9. Zaask, "Quanto custa fazer um furo de água?" — 20 a 60 €/m, média ≈ 30 €/m. zaask.pt
  10. idealista/news, "Poços e furos de água: é necessário licenciamento?" (14 set. 2026) — preços, regras de 5 cv, taxa, 100 m entre captações. idealista.pt
  11. APA — Licenciamento online (SILiAmb), módulo de recursos hídricos. apambiente.pt

Fontes consultadas até 16 de outubro de 2026. Valores indicativos; confirme sempre com a proposta e com a ARH.

Peça o seu orçamento gratuito

Resposta em 24–48 h · Sem compromisso. Deixe os dados, descreva o terreno e entramos em contacto.

Abra o Google Maps, marque um pin no terreno e escolha Partilhar → Copiar link. Cole aqui esse link, em vez da sua localização atual. Abrir Google Maps.

📞 Ligar agoraOrçamento grátis